“Não acha que alguem ai me deve desculpas? Porque isso não é se humilhar, mas crescer. Quantas lagrimas, as tuas palavras, tuas atitudes, me arrancaram. Por me fazer sofrer, pelas falsas promessas. E eu que jurava que seria diferente, que tinha achado minha ”alma gêmea”. Como o meu tombo foi grande. Foi dificil, mas eu superei. Eu tenho um orgulho dentro de mim, pelo o que eu fui, pelo o que passei, e continuo aqui. ”Apaixonar não é um contos de fadas” me disse quem tentava me ajudar, mas aprendi que o correto é ”Distribuir amor a falsas pessoas é um tremendo conto de falhas”.”
“E porquê me deixar quando o que eu mais preciso, é de você aqui? Primeiro uma perna, depois a outra, depois vai avançando cada vez mais para cima; seu abdômen, que poderia me servir de travesseiro, mais um braço, a seguir outro, até chegar ao seu pescoço, que guarda seu cheiro mais fortemente; depois sua face, seus olhos, sua boca, seus lábios, que poderiam se unir com os meus, até sentirmos vontade de sermos um só. Poderíamos ficar assim, juntinhos, agarradinhos, coladinhos, ou outro adjetivo terminado em “inhos”. Desde que fossemos só nos dois. Sem compromissos, sem preocupações. Sem hora pra ir embora. Sem aquela do, “não poder ficar mais”. Poderíamos ser só eu e você, você e eu, unidos num “nós” que seria tão nosso, que nada nem ninguém seria capaz de afastar.”
“Eu ando fingindo muito. Finjo que não me importo, finjo que não quero, finjo que não sinto, finjo que não vejo, finjo que esqueço.”